Grande Prêmio de São Paulo

1 - 3 de novembro

Circuito

Interlagos, em São Paulo, foi palco de alguns dos momentos mais dramáticos da Fórmula 1. Emocionantes decisões de título, investidas em campo e corridas caóticas em condições mutáveis ​​mantiveram os fãs tensos sempre que a comunidade da F1 chega à cidade.

Fato: Grande Prêmio de São Paulo

  • O local do Grande Prêmio de São Paulo está situado a 800 metros acima do nível do mar, a segunda altitude mais alta que visitamos no calendário.

  • Interlagos oferece um desafio complicado para afinar os carros. O primeiro e o terceiro setores exigem baixo arrasto para as retas longas, mas o setor intermediário sinuoso exige alta força descendente.

  • Com duas zonas DRS, o foco normalmente cai em direção a maior downforce para a volta mais rápida, mas ainda é preciso encontrar um equilíbrio para ser competitivo nas ultrapassagens e na defesa durante a corrida.

  • A maior mudança na elevação ocorre desde a reta de largada/chegada até a Curva 4, que apresenta uma queda de 40 metros na elevação.

  • A Curva 1 está fortemente inclinada para dentro, o que descarrega a roda dianteira esquerda e pode causar travamentos.

  • Interlagos é um circuito fluido, com muitas entradas de curvas combinadas (onde o carro faz curvas e freia ao mesmo tempo). Isto significa que uma boa estabilidade é importante, juntamente com um bom front-end para o setor médio de baixa velocidade.

  • As temperaturas da pista podem atingir algumas das mais quentes da temporada aqui, chegando a 60 °C.

O Autódromo José Carlos Pace é o quarto circuito mais curto do calendário da F1, com apenas 4.309 km de extensão. O clima em São Paulo também pode ser misto. Não é incomum ver sol e altas temperaturas diárias seguidas rapidamente por uma tempestade trazendo um dilúvio de chuva.